No dia 11 de junho, a Caixa Econômica Federal (CEF) iniciou cadastro para ofertas de crédito moradia temporária no Rio Grande do Sul. Essas unidades serão adquiridas pelo governo federal e destinadas a famílias em situação de rua no RS, cujas casas foram destruídas ou fechadas definitivamente devido ao estado de calamidade.

Esta iniciativa visa proporcionar Habitação temporária dignidade às pessoas afetadas pela situação de emergência. O ministro-chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, anunciou nas redes sociais a inclusão desse processo no programa federal Minha casa, minha vida.
A medida visa dar uma resposta ágil às necessidades da população impactada pela situação de emergência, compartilhada pelo Ministério das Cidades. O processo de registro para Habitação temporária disponibilizado pode ser feito pelo site da Caixa, utilizando o login existente do banco ou criando um novo cadastro.
A instituição garante que este procedimento permite aos utilizadores fazer e acompanhar as suas propostas, com garantia de segurança e proteção de dados. Após cadastrar os vendedores, é necessário enviar a documentação do imóvel e dos vendedores.
Para o imóvel é necessário apresentar a matrícula atualizada, certidão de gravames e ações reimpromissórias, IPTU pago de 2024 e certidão negativa de débitos condominiais. Para os vendedores são necessários documentos de identificação com foto, comprovante de estado civil recente e comprovante de endereço atualizado.
Continue acompanhando para descobrir as características do acesso ao Habitação temporária. Neste artigo apresento outras ações nessa área voltadas às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Confira!
Características do acesso à habitação temporária
As unidades habitacionais concluídas, sejam novas ou usadas, deverão ter valor de venda de até R$ 200 mil. A iniciativa atende famílias das faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida, com renda mensal bruta de até R$ 2.640 e entre R$ 2.640,01 e R$ 4.400, respectivamente.
Somente imóveis localizados em áreas seguras e não impactadas do Rio Grande do Sul poderão ser cadastrados. Esses imóveis, disponíveis para venda ao governo federal, podem ser cadastrados por:
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Pessoas físicas, físicas e jurídicas, de imóveis novos ou usados.
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Construtores com imóveis em estoque.
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Instituições financeiras com imóveis à venda.
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Empresas do ramo da construção civil com imóveis em estoque ou em fase de conclusão em até 120 dias.
Além disso, no mesmo site poderão ser ofertados imóveis desocupados construídos com recursos do Fundo de Locação Residencial (FAR) e do programa Minha Casa, Minha Vida. Estes imóveis ociosos, anteriormente financiados pelo FAR, estão incluídos na plataforma para agilizar a oferta de habitação.
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